Cada ultrassom traz uma emoção diferente. É sempre maravilhoso poder efetivamente ver o nosso bebê cada vez maior e mais desenvolvido. E eu não imagino passar a gestação inteira sem vivenciar essa experiência, como ocorria antigamente.

Para mim, nada se compara a ouvir a batida do coração do bebê pela primeira vez, quando o pequenino não passava de uma “bolinha saltitante” na tela. Confesso que não segurei as lágrimas quando vi aquela vidinha dentro de mim. Ainda mais depois de tudo o que eu já tinha passado…

Acho que para o Daniel foi diferente, pois ele “cortou cebolas” somente no segundo ultrassom, quando o bebê já tinha uma forma mais humanoide e quando a médica confirmou detalhes importantes sobre a sua saúde.

Além desses, fizemos outro ultrassom para saber o sexo, e depois o morfológico. E em breve faremos outro para acompanhar o desenvolvimento do Arthur e verificar a posição da placenta. Além de vários outros até o dia do nascimento do meu bebê. Mas acredito que os dois primeiros exames sempre serão os mais fantásticos, por sua importância, e pela oportunidade de ver aquele ser que ainda nem sentimos mexer dentro de nós… E que agora não pára quieto! 🙂

Mari.

(25 semanas de gestação)