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Se já não bastasse a emoção do momento, ainda recebo uma declaração linda de um amigo muito amado…

Sabe, perdi minha mãe há uma ano e meio atrás.

Seria triste & inadequado escrever para você — uma mãe nova e fresca — falando de minha perda irreparável, mas a verdade é que a gente só sente a extensão de certas emoções e tenta verbalizar certos sentimentos apenas no vácuo de uma perda.

É aí que a gente articula de forma lógica o que era só convívio, vida vivida junto, presenças e ausências.

E a grande verdade é: que sorte ter vivido, ter sido olhado, cuidado, amado e, principalmente, amar alguém como amei e fui amado por minha mãe.

Que alegria e felicidade hoje ter estado —  misteriosa & silenciosamente — conectado & ligado de forma tão visceral e intensa com alguém como sempre estive com ela.

Então, é isso que desejo & sei que vem ao encontro do Arthur: você será o primeiro firmamento do espadinha, o universo de onde ele foi e está sendo formado.

E é a consciência de tudo isso — que vai além de todos os clichês sobre amor & o dia das Mães — que fará teu guri um ser humano manêro & bacana, exatamente como você também é.